Mais dica de leitura?

20 09 2010

Sim, senhores leitores. A escrivinhadora aqui tem lido bastante, e ainda acabou de começar as aulas da pós-graduação (yaaaaay!). Portanto, não posso me furtar de trazer meus livros queridos pra vocês darem uma espiada, né?

Mais um fininho bom de leitura! Mas esse eu não dou, nem empresto, nem vendo nem troco.

A dica da vez é o Produção Visual e Gráfica, de Antonio Celso Collaro. O livro é pequenininho (100 páginas), e a linguagem exige um leitor ao menos “iniciado” no design gráfico. Collaro fala desde a percepção visual do olho humano (umas gotinhas de gestalt aqui) até conceitos de estética, passando pela parte muito prática da preparação de material gráfico para impressão.

Sei que há bons livros na área, mais recentes (e volumosos) do que este. Mas creio que, para começar no design gráfico, está de bom tamanho.

“Mais do que um manual de técnicas, esta é uma obra fundamental para estudantes e profissionais de comunicação social, propaganda e design gráfico interessados em aprimorar as mensagens visuais por meio da compreensão conceitual e do bom uso da tecnologia gráfica.”





Você vê a cor que eu vejo?

29 10 2009

Gente, olha que coisa mais bacana eu encontrei no Fós Grafê: um teste pra você avaliar a capacidade de diferenciar cores semelhantes.

Eu me diverti bastante, se quiser fazer o teste também, tá aqui.

Me lembro, quando criança, de ouvir minha mãe se perguntando “Será que você enxerga o mesmo azul que eu?”. Na época achava bobagem. Hoje, depois de 4 anos de graduação em design, mais um tempo experimentando fotografia, já começo a me perguntar também.

Quantos tons de marrom você vê aqui?

Você acha que o seu vermelho é igual ao meu vermelho? Ou ao meu amarelo??





Rapidinha

29 09 2009
Juro, esses e mais alguns que não saíram na foto...

Juro, esses e mais alguns que não saíram na foto...

Essa semana está corrida. Tenho que entregar dois capítulos do TCC, mais alguns elementos pré-textuais, no dia 01 de outubro (quinta-feira). Por conta disso, tá difícil publicar um post nesses dias.

Mas vejam só, estudando como eu estou, a cabeça está fervilhando! E eu precisava compartilhar algumas coisas! Então, só pra não deixar o blog tão abandonado, vou dividir um pouquinho (só um pouquinho) das coisas que tem ocupado meus neurônios.

Um dos capítulos que devo finalizar fala sobre design gráfico. Nada muito complexo, apenas uma pincelada de teoria, relevância da área e alguns dos conceitos da Gestalt e de teoria das cores que estarão embasando o projeto.

O problema: um dos pilares do projeto é a semiótica, principalmente o conceito de experiência colateral e suas implicações na criação de um produto essencialmente comunicador (os cartões-postais) e que pretende ter dois públicos ligeiramente distintos: os turistas que vierem conhecer a cidade e quiserem mostrar o que viram aos seus conhecidos; e o próprio público local que quiser divulgar a cidade ou simplesmente colecionar os postais.

Tá, e daí?

Daí que a primeira dificuldade está em transmitir uma mensagem a dois públicos que têm [eu ainda vou usar a ortografia antiga por um bom tempo, beijos.] bagagens culturais diferentes, e que, por essa diferença, também terão diferentes interpretações para o que verão nos cartões-postais.

Tudo bem, isso será resolvido lá na parte prática do TCC, o projeto em si, a criação dos leiautes.

Mas… e a Gestalt? Os estudos conduzidos pelos racionais e disciplinados alemães conduziram à seguinte conclusão: o cérebro humano, no que diz respeito ao processo da percepção visual, obedece a determinados padrões pré-estabelecidos, que não dependem do aprendizado ou da bagagem individual do observador. O que, aparentemente, vai de encontro à experiência colateral como um trem desgovernado.

Ai minha Santaella, e agora??

Pra minha sorte, eu gosto mais de ler do que de escrever [por incrível que pareça, juro!], o que significa que gasto mais tempo bebendo nas minhas fontes do que estruturando o texto que deverá formar o meu trabalho de conclusão de curso. O lado positivo? Descobri, em outro dos livros que estou consultando, a chave que une os dois conceitos de forma a fortalecer ainda mais a minha hipótese!

Mas isso eu ainda não vou contar. Fica pra publicação do meu trabalho.

Quem morar em Belém está convidadíssimo, desde já, para a defesa, que deve ser entre final de novembro e começo de dezembro deste ano.

Alguém tem alguma sugestão de como resolvi o impasse? Fique à vontade!








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