Graduados!

27 08 2009

O último dia 24 foi um dia realmente especial pra mim. No mesmo dia, no mesmo local e pela mesma universidade, amigos receberam suas respectivas outorgas de grau.

A primeira, amiga há mais de uma década, Cláudia Ribeiro, agora psicóloga. Não podia deixar de estar lá, fotografando uma das maiores vitórias de sua vida, e motivo de grande orgulho para seus pais, irmãs, e pra mim também!

Cláudia Ribeiro, psicóloga

Cacauzinha, meus parabéns mais uma vez, estou muito orgulhosa de sua nova conquista! Sua família é linda, e amo todos vocês.

Algumas horas depois, era o momento de um grande amigo, diria meu irmão mais velho na fotografia, Marcos Barbosa. Com ele, seu parceiro de monografia Luciano Santa Brígida, e o amigo Pedro Loureiro, cujo blog acompanho há pouco tempo mas já admiro bastante. Os três, juntos, promoveram o Primeiro Encontro Acadêmico de Blogueiros Paraenses durante a defesa de suas monografias, evento citado no meu primeiro post.

O Pedro foi escolhido orador, e fez um discurso muito emocionante. E pra finalizar a noite de tanto orgulho alheio, o TCC do Marcos e do Luciano foi premiado como Melhor Trabalho de Conclusão de Curso de Comunicação Social!!
Luciano, Pedro e Marcos, jornalistas.

É, Maria Tereza. Feliz por eles, tensa por mim. Faltam 3 meses pra apresentação de TCC. Ui.





Sobre o Silêncio.

10 08 2009

Ilha de Cotijuba

Marcelo Tas mencionou uma coisa interessante no Irritando Fernanda Young. A gente hoje não consegue mais ficar no silêncio. Sério. Eu já pensei nisso diversas vezes, na posição de sofredora de enxaqueca desde a pré-adolescência.

Eu confesso, adoro o silêncio. Amo a quietude que reina na minha casa durante a tarde, quando minha mãe não está em casa. É, minha mãe odeia silêncio. E é aqui que eu queria chegar. Na bendita experiência colateral.

Intrigada com o fato de que minha mãe sempre reclamou do silêncio, sempre deixou ao menos a TV ligada pra manter algum ruído, um dia perguntei a ela o porque desse incômodo. De início ela não soube explicar, mas aparentemente concluiu, para minha surpresa, que o silêncio a remetia a um dos dias mais tristes da sua vida: a morte da minha vó, Maria Theresa. Era como se ela vivenciasse novamente aquele dia cinza, quando voltaram do enterro, e ninguém falava nada, a TV não foi ligada, e o silêncio imperava.

Incrível. Como nossa mente é capaz de associar elementos de uma forma tão intensa que nos faça lembrar de um cada vez que tem contato com o outro. E mais incrível ainda, como os interpretantes gerados em nossas mentes se diferenciam de acordo com a experiência colateral. O mesmo silêncio que me deixa tão bem faz minha mãe ficar aflita e apreensiva.

Eu nunca tive essa experiência negativa com o silêncio. E eu simplesmente não costumo curtir esse momento em casa, por causa dela.

Partindo dessas experiências cotidianas, eu acredito cada vez mais que a experiência colateral é fundamental na forma como vamos interpretar os signos que nos rodeiam a todo momento. E isso também traz implicações para quem lida com comunicação no seu dia-a-dia.

Minha monografia envolve o uso de fotografias da cidade de Belém. Considerando os fins comerciais, devo escolher elementos da cidade que tenham considerável força de significação perante meu potencial público consumidor. Porém, meu público ideal envolve “nativos” e turistas. Ou seja, não posso escolher elementos muito desconhecidos dos turistas, e nem muito batidos para os consumidores locais. E eu acho isso fantástico…





Primeiros passos.

6 08 2009

primeiros passos

Então! Essa aí sou eu. No dia em que comecei a andar. Hoje eu também tô começando a andar, mas na posição de “blogueira”.  A bem da verdade, já tive outro blog, mas não desenvolvi não. Agora é valendo. “Blogueira”. Será?

Bem, a idéia do Interpretante Imediato já estava sendo amadurecida há algum tempo, surgida da necessidade premente de trocar idéias sobre minha monografia, mas ela se tornou fixa de fato após o I Encontro Acadêmico de Blogueiros Paraenses, quando a dupla Marcos Barbosa e Luciano Santa Brígida, além do Pedro Loureiro de Bragança apresentaram suas monografias, ambas tendo como objeto central o cenário blogueiro paraense.

A minha intenção aqui é, primordialmente, poder colocar em discussão temas do cotidiano relacionados a semiótica, fotografia, design, imagem, e toda forma de signo que convier. Claro, como boa aficcionada em semiótica, de vez em quando a viagem vai ser mais pesada, mais teórica…

E também é claro que, ocasionalmente, vou fugir um pouco do assunto pra falar de uma coisa ou outra que surja no caminho. E já deixo claro desde agora: esse blog não terá pretensões jornalísticas de cunho algum. Portanto, não terei pudor em publicar a minha opinião, mesmo que seja absolutamente parcial e/ou que desagrade às massas. E tenho dito!

No mais, sejam todos bem vindos, sintam-se à vontade para participar, e volte sempre!








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