Mi Buenos Aires querido!

19 05 2011

Si si, cheguei da viagem cheia de novidades (e fotos, claro…)!

Ainda estou preparando os textos que vão pro Ponto Zero e os que vem pra cá, bem como o tratamento das imagens ainda precisa ser providenciado. Mas garanto que a demora compensa =)

Por hora, fiquem com uma foto da câmera da Delmãe, crua mesmo, só pra dar um gostinho do que vem.

Pra variar, meu termostato não funciona...

Essa foto foi feita de cima do ônibus de turismo, na Plaza San Martin.





Um experimento para ajudar a entender a semiótica.

12 07 2010

Queridos, ficarei ausente por uma semana. Sim, ausente mesmo, sem meu Mac. Viajarei para uma importante celebração de alguém queridíssimo, e só vou levar a câmera. Na volta eu mostro algumas fotos para vocês.

Mas antes de fechar a mala, claro que eu não deixaria o Interpretante sem atualização! Esse texto está para ser publicado há uns dias, mas a correria imprevista da viagem e de providências para uma estadia do Mac no “hospital” que não irá mais acontecer foram tomando a prioridade na ordem dos dias.

Alguém mandou esse texto (não recordo se foi via twitter, google reader ou buzz), e enquanto eu descia os olhos pelas linhas, imaginava o quanto poderia ser útil para quem tem dificuldades de entender os conceitos de experiência colateral, de interpretante, e principalmente, a noção de que o mundo é apenas uma soma de leituras que nossos órgãos perceptivos fazem e nosso intelecto interpreta.

Nele, Gustavo Gitti nos conduz literalmente por uma viagem, dando ensejo até a comentários sobre o uso de alucinógenos por parte de quem curtiu o passeio. Eu, particularmente, não uso drogas sem contar a cafeína, e não sinto absolutamente necessidade do uso de qualquer uma delas para abrir a cabeça e observar o mundo de forma diferente da sua habitual.

Me é suficiente deitar no quintal e ver esse azul limpinho.

Tire uns dez minutos, concentre-se apenas no texto, e depois venha aqui me dizer o que achou.





Diário de uma Fotógrafa em Trânsito – Parte 1: Marabá

16 03 2010

Marabá não é uma cidade grande, mas é espalhada. Espalhada e dividida: Marabá Pioneira [ou Velha Marabá], Cidade Nova e Nova Marabá, frutos das cheias do Tocantins e da indústria da indenização. Coisas da política e do maldito jeitinho brasileiro.

A chegada pelo aeroporto é o primeiro indício do tamanho da cidade: descendo da aeronave pelas escadas. O guarda-volumes do aeroporto fora de funcionamento por falta de cadeado reforça a sensação de que Marabá ainda não demanda os serviços da cidade grande. A lanchonete do aeroporto [isso mesmo, a lanchonete] leva jeito, o pão de queijo vem de uma franquia nacional, e eu vi algumas bebidas de chocolate bem pretensiosas sendo servidas na mesa vizinha.

Porém, um olhar mais atento [dizem que é do signo de virgem, esse maldito olhar que critica tudo] percebe a falta de desenvoltura no atendimento, e aquela postura corporal típica do interior, nada formal. A receptividade e a gentileza, no entanto, ainda nos fazem deixar passar a ineficiência dos serviços prestados.

A gentileza ainda se fez notar quando perdemos o “ponto de parada” para descer perto da orla da Marabá Pioneira. O cobrador disse para irmos até o ponto final, onde ele nos colocaria em outro ônibus para voltarmos, sem precisar pagar outra passagem. Todos os funcionários da empresa que nos conduziram foram gentis e prestativos. Nota dez.

Foto tradicional em viagens. Essa era a escada que nos conduzia ao bar flutuante da orla de Marabá.

Como era de se esperar às oito e meia da manhã, nenhum restaurante estava aberto. Nem a sorveteria que vende sorvetes da Cairu. Conseguimos sentar em um bar flutuante, onde fomos lentamente atendidas, mas com boa vontade. Como eu disse anteriormente, a impressão é que falta apenas um bom treinamento profissional, que torne o atendimento menos amador. Ponto para Marabá, bem melhor do que destinos turísticos fortes onde já estive e quase apanhei de garçons.

Antes da batalha naval, houve tentativa de leitura. Mas o marasmo convidava ao sono...

Para passar a manhã quente e sonolenta, batalha naval.

Na procura por um hotel nas proximidades, muita informação desencontrada e decepção com as condições do lugar. Decidindo ficar no hotel que eu havia encontrado pela internet antes da viagem, é hora de almoçar, pegar um ônibus até onde as bagagens estavam, e um táxi até o hotel, que ficava próximo ao aeroporto. Sim: Marabá Pioneira para Nova Marabá, Nova Marabá para Cidade Nova.

Daí em diante, as coisas melhoram. O hotel é confortável por um preço bom, e felizmente tem conexão wireless, apesar de lenta. Aliás, foi de lá que não consegui subir esse post, não dava para adicionar imagens por nada nesse mundo.

O jantar foi novamente na orla, agora movimentada e bem semelhante à de Icoaraci, em Belém. O meu pedido não estava suficientemente gostoso, e mais uma vez a cordialidade do atendimento salva a reputação do local. Neste momento estou em um sério dilema: produto satisfatório com serviço grosseiro, ou produto meia-boca com atendimento gentil? Preciso de mais algumas viagens para me decidir.

Detalhe da orla do rio Tocantins, em Marabá Pioneira

PS: Essa postagem corresponde ao dia 11 de março. Os relatórios de viagem sairão atrasados por falta de conexão com a internet. Até ontem, e provavelmente a partir de quinta-feira, dia 18.





Na estrada

10 03 2010

Claro que a identificação tinha que ser única... perua!

Sim, queridos. Estarei fora de casa durante os próximos 15 dias. Mas tentarei ao máximo não ficar longe daqui!

Na medida do possível [possível = conexão wireless], manterei o blog atualizado, provavelmente com matérias curtas e boas fotos. Provavelmente o twitter será atualizado com mais frequência, claro. Quem quiser acompanhar os passos de Tereza Jardim e sua Delmãe por Marabá, Parauapebas e São Luís, é só ficar de olho.

No mais, bagagens arrumadas, equipamento pronto e muita vontade de registrar tudo com esses olhinhos semióticos que Peirce me deu [por meio das queridas Rosângela Gouvêa e Lúcia Santaella, que fique claro].








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